quarta-feira, 30 de novembro de 2011

Terceiro capítulo do guia

O capítulo três estuda a prática da atenção consciente.

sexta-feira, 25 de novembro de 2011

Segundo capítulo

O segundo capítulo do guia prático da prática de Atenção Consciente fala sobre os benefícios da meditação.

terça-feira, 15 de novembro de 2011

Iniciamos a publicação em 11 capítulos do guia prático de Colin Thompson sobre a atenção consciente no cotidiano. Uma prática que ajuda a aumentar nosso bem-estar e a diminuir o estresse e a ansiedade que sofremos na vida cotidiana. Veja no item Atenção Consciente. Tradução: Lúcia Amaral


segunda-feira, 24 de outubro de 2011

 Domingo 23 foi o último dos oito encontros de Diálogos e Meditação sobre o tema: Amigos. Nossa convidada foi a terapeuta corporal Maria Lucia Teixeira que nos proporcionou uma vivência sobre as características emocionais que favorecem ou que prejudicam os vínculos de amizade.

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Gilberto Dimenstein publicou na Folha de SP um interessante artigo sobre amizade on-line: Mais estúpidos ou inteligentes? Ele diz que o número de amigos no Facebook não mede apenas popularidade. Mede também o tamanho de áreas do cérebro associadas a uma rede que compreende memória, emoções e interações sociais. Quem quiser ler mais pode acessar: 

www1.folha.uol.com.br/colunas/gilbertodimenstein/

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Domingo dia 30: encerramento
das 17 às 18 - diálogo sobre nossa pesquisa: o que é amizade para você? 
às 18 - curta metragem All you need is love. 


quarta-feira, 19 de outubro de 2011

Social media e a ditadura da felicidade
Pela lente da social media, a vida se transformou numa edição distorcida positivamente de si mesma.
Uma certa coisa vinha me incomodando recentemente. Rodeado de Flickrs, Facebooks e depois Instagrams, me batia uma certa angústia depois de ficar passeando um tanto pelas vidas dos meu social friends. Eu ali, olhando aquilo tudo e me sentindo meio estranho, talvez até meio deprê. Esse contato bacana com tanta gente e eu me sentindo assim. Mas por quê?
Falta de ‘amigos’?
Acho que não. Eu na verdade venho gerenciando e tentando diminuir a quantidade de contatos que tenho nestes pontos todos. Gerenciar social friends virou a necessidade mais recente, não é mesmo? Google+ querendo se diferenciar por melhores ferramentas pra organizar seus ‘amigos’.
Falta de ver os amigos pessoalmente?
Também não acho que seja o caso. Para aqueles amigos que moram longe e não dá pra ver, acompanhamos a vida um do outro, ao menos um pouquinho, pelas redes. Os que estão perto, combinamos um monte pelas redes e temos até nos visto até mais do que antes. (Sem falar que essa história de vida virtual e real separadas faz cada vez menos sentido, mas isso é assunto para outro texto.)
Excesso de informação?
Sim, pode ser. O grande vilão, a info-obesidade, a falha do filtro, o dia só tem 24 horas e todas aquelas coisas que a gente vê ou fala em palestras. Mas acho também que não…
Então o que seria? Qual o motivo dessa angústia?
Há algum tempo venho brincando e dizendo que olhar o Instagram é como olhar a revista Caras, só que melhor. São todos nossos amigos e todos estão lindos, felizes e sorridentes, em lugares incríveis e com fotos muito mais bonitas por causa dos filtros maravilhosos do programa que transformam qualquer instantânea lavada numa foto espetacular.
A partir dessa observação é que a coisa começou a clicar.
Londres, Paris, Grécia, Roma, Cannes, San Francisco, Disney. Buenos Aires. Egito, Morro Dois Irmãos, Búzios, passeios de veleiro, andar de balão, madrugada no Rock in Rio, checkin naquele restaurante incrível que acabou de abrir, checkin em todos aqueles restaurantes incríveis.
Uma festa incrível, modelos incríveis, óculos incríveis, roupas incríveis, filhos incríveis, almoço de família maravilhoso, o cachorro mais fofo do mundo, o gato dormindo ao sol, sorrisos, muito sorrisos, felicidade, muita felicidade.
Está aí a minha angústia.
Toda essa felicidade, toda essa coisa incrível e linda, todos esses lugares maravilhosos, ainda mais belos e ‘instagramados’ era o que estava me deixando angustiado.
Mas o que estaria acontecendo comigo? Recalque? Inveja disso tudo? Por que isso me deixaria angustiado e não feliz? Não seria legal ver essa felicidade toda dos meus amigos?
Se a vida fosse assim o tempo todo, seria legal sim. Mas vista pela lente da social media, a vida se transformou numa edição distorcida positivamente de si mesma e é isso que vem me incomodando.
Quando foi que você viu uma foto de alguém de pijama no Facebook? Não uma foto sexy, de pijama sexy. Uma foto sem graça, mal iluminada de alguém de pijama velho? Um vídeo de 5 minutos de alguém passando fio dental e escovando os dentes sem nenhuma mensagem ou sacadinha? Uma discussão realmente sem importância de um casal? Uma foto sem filtro de uma caixa de sabão em pó? Um checkin na escola de alguém que foi deixar o filho de manhã na escola? Alguém dizendo que comeu pão de forma com margarina no café? Comemorando que está indo de ônibus trabalhar naquele dia? Foto da oficina mecânica onde o carro foi fazer uma revisão regular?
Na edição da vida em que transformamos a social media, não há espaço para o comum, o mundano, o regular, o cotidiano, ou se quisermos radicalizar, para a ‘vida’ como ela realmente é: às vezes boa, às vezes ruim, às vezes péssima, outras fantástica.
A vida vista pela social media é feliz, linda e instagramada em lugares incríveis, 98% do tempo (nos outros 2% estamos xingando no Twitter). Só mostramos aquilo que gostamos demais, os momentos demais, as comidas demais, através de fotos demais com os filtros mais bacanas. É basicamente uma edição bacana da realidade que deixa de fora justamente tudo o que não é lindo e incrível.
E como não acompanhamos isso tudo com um disclaimer na cabeça que diz “Os fatos e fotos aqui apresentados representam apenas o lado bacana da vida das pessoas, mas todo mundo tem seus bons e maus momentos”, a gente facilmente acaba por achar que a vida de todo mundo é 100% perfeita, menos a nossa, e isso certamente é motivo pra qualquer um se angustiar demais.
Porque não importa o quão bacana seja a sua vida, ou o que você tenha feito de legal num determinado dia. Nada do que você fez, tem ou é poderá nunca se comparar com todo esse mundo perfeito, incrível, de gente feliz e lugares extraordinários que é o coletivo de informações que chegam dos nossos social friends.
É preciso se dar conta que todo mundo tem o seu lado normal mas que simplesmente prefere não mostrar porque considera que não tem graça. E com razão, afinal qual é a graça de publicar um vídeo de alguém passando fio dental?
Talvez o Facebook e, principalmente, o Instragram realmente devessem colocar o disclaimer. Certamente ajudaria a diminuir essa angústia.
‘Desencana’ você vai dizer. ‘Você é que está estressado demais.’
Aham, pode ser.
[Webinsider]
05 de outubro de 2011, 19:39
Michel Lent Schwartzman (michel@lent.com.br) é publicitário e especialista em mídias interativas.
Fonte: http://webinsider.uol.com.br/2011/10/05/social-media-e-a-ditadura-da-felicidade/

segunda-feira, 17 de outubro de 2011



Amigos on-line
(resumo, domingo 16 outubro 2001)

Introdução
Neste quinto encontro vamos tratar da amizade on-line, pros e contras.
Amizade é algo realmente importante. Em 1937, na Universidade de Harvard, começou o maior estudo já realizado sobre a saúde humana. O projeto, que continua até hoje, acompanha milhares de pessoas. Voluntários de todas as idades e perfis, que têm sua vida analisada e passam por entrevistas e exames periódicos que tentam responder à seguinte pergunta: o que faz uma pessoa ser saudável. A conclusão é surpreendente. O fator que mais influi no nível de saúde das pessoas não é a riqueza, a genética, a rotina nem a alimentação. São os amigos.

Importante dialogar sobre nossa concepção de amizade.

Dois aspectos: qualidade e quantidade.
-       percepção do outro
-       romper barreiras
-       superar aparências
-       desenvolver maneiras especiais de ver, ouvir, tocar, sentir o outro
-       aprender a ler sinais não-verbais da emoção
-       a cegueira que a convivência ocasiona nos relacionamentos
Para trabalhar esses aspectos, dois tipos de meditação_ autoconhecimento e equanimidade.

Diferença entre nossos amigos reais e desenvolver uma attitude amigável por todos os seres vivos. Amigos são em número finito? Diz um estudo que o cérebro comporta no máximo 150 amigos, pois é o que o cérebro consegue administrar ao mesmo tempo. São as pessoas cujos nomes, rostos e características você consegue memorizar e acionar caso seja necessário.

Se esse estudo estiver certo, podemos concluir que o número de amigos que temos se reduz a um círculo limitado, finito. Contudo, podemos atingir um círculo infinito de seres desenvolvendo atitudes amigáveis em relação a todos.

No Brasil, segundo pesquisa do IBOPE (2011), 77,8 milhões de pessoas têm acesso à internet. Gostemos ou não, a influência da internet e das redes como Orkut e Facebook em nossas vidas é um fato. Como ficam as amizades On-line?

Vídeos:
Você quer ser meu amigo?
Desconectar-se para conectar-se

O que diz Zygmunt Bauman

Discussão e Meditação

segunda-feira, 10 de outubro de 2011

Amigos, Diálogos de capacitação e meditação.
No dia 16 de outubro, o assunto será Amizade On-line. Vou apresentar a opinião de Zigmund Bauman como ponto de partida para nosso diálogo. 17 h Rua Arapiraca, 360 - Vila Madalena.


Dia 09, conversamos com a escritora Lia Zatz. Ela apresentou 4 livros que serviram de base para o diálogo:

Nique toda chique
autora Jane O`Connor
ilustrador Robin Preiss Glasser
Editora Rocco

Not Now Bernard
de David McKee
esse já existe em português, acho que é da Martins Fontes

Quando a mãe grita
de Jutta Bauer
o original é alemão, mas usei uma versão de Portugal (Ana Paula Faria - Editora)

A caminho de casa
autora Libby Hathorn
ilustrador Gregory Rogers
Ed. Martins Fontes


segunda-feira, 3 de outubro de 2011


Diálogo – domingo 02-10-11
O que é um amigo?  A pergunta está em aberto. Talvez não haja uma resposta única. Em geral, trata-se da nossa relação com o outro. Nesses encontros, estamos enfatizando alguns aspectos que bloqueiam essa relação, dificultando-a ou até impedindo que ela se inicie. As aparências enganam e as coisas estão em constante mudança. Assim, precisamos tentar enxergar além das aparências. Isso vai abalar nossos preconceitos e expandir nossa capacidade de ser amigo dos outros. Outro ponto importante é dar uma chance a nós mesmos e aos outros – acreditar em nós. As habilidades que estamos treinando são: aprender a ouvir e a falar (por meio da prática do diálogo); vivenciar cada momento e desenvolver equanimidade (por meio da meditação).
Hoje vou apresentar  alguns aspectos do trabalho de Kay Pranis sobre os círculos de diálogo. Leitura: Processos Circulares, Kay Pranis, Editora Palas Athena
Os círculos de diálogo não buscam levar o grupo a um consenso ou a sanar rupturas graves nos relacionamentos. Simplesmente permitem que todos falem sobre determinado assunto a partir de sua perspectiva. A partilha de pontos de vistas diferentes aumenta a compreensão sobre a questão e pode melhorar os relacionamentos em profundidade (…)
O bastão da fala é um elemento de vital importância para criar um espaço onde os participantes consigam falar a partir de um recôndito íntimo de verdade. Ele dá a segurança de que não serão interrompidos, de que poderão fazer pausas para encontrar as palavras que expressem aquilo que está em seu coração e sua mente, e que elas serão integral e respeitosamente ouvidas. O bastão da fala desacelera o ritmo da conversa e estimula interações refletidas e cuidadosas entre os participantes. (estamos usando aqui um pau-de-canela).
O bastão gera um nível de ordenação do dialogo que permite a expressão de emoções difíceis sem que o processo entre numa espiral de descontrole. É um poderoso equalizador. Permite que cada participante tenha igual oportunidade de falar (...) Leitura de outros trechos.
Meditação
1- Introdução: Meditação e felicidade – Richard Davidson- Universidade de Wisconsin em Madison. É o Director do Laboratório de Neurociência Afetiva, Waisman Laboratório para Imagens do Cérebro e o Centro para Investigar Mentes Saudáveis.

Em laboratórios de todo o mundo, o estudo do cérebro entrou numa fase detalhada, que permite chegar a conclusões sobre o grau de FELICIDADE das pessoas. E estes esforços levaram os investigadores a surpreendentes análises comparativas.

O homem mais feliz do planeta hoje, segundo um recente experimento científico, é um indivíduo que vive em uma cela de dois por dois, não é dono nem executivo de nenhuma das companhias da Fortune 500, não dependente de celular, nem dirige um BMW, não veste Armani nem Hugo Boss, ignora Prozac, Viagra ou êxtasis, nem bebe Coca-Cola.

A causa desse resultado, diz o chefe do estudo, Richard J. Davidson, e não é um mistério nem graça divina:  “ Chama-se plasticidade mental. É a capacidade humana de modificar fisicamente o cérebro por meio dos pensamentos que escolhemos ter. Igual aos músculos do corpo, o cérebro desenvolve e fortalece os neurônios mais utilizados. Pensamentos negativos aumentam a atividade no córtex direito do cérebro e em conseqüência disso sentimos mais ansiedade, depressão e hostilidade. Em outras palavras: mais infelicidade auto-gerada.” “ Por outro lado, quem desenvolve bons pensamentos e uma visão amorosa da vida, exercita o córtex esquerdo, elevando emoções prazerosas e felicidade.”

Diz ainda: “ O resultado desse estudo pode mudar por completo a visão que temos do cérebro humano. São enormes as suas implicações.” “ Entre estados de meditação, as ondas cerebrais permanecem intensas, sugerindo que é possível treinar o cérebro e controlar as emoções, mudando a estrutura da própria mente. A meditação pode mudar as funções cerebrais de forma durável. Tudo indica que o cérebro pode ser treinado durante a idade adulta e podemos até modificar a sua organização interna, algo que experiências com músicos também já tinham demonstrado.”

Richard adverte que não se trata de decidirmos que vamos ver a vida cor de rosa de um dia para outro. O que podemos fazer é trabalhar sistematicamente para debilitar os músculos que causam infelicidade; o mesmo que temos fortalecido tanto ao nos acreditar vítimas do passado, de nossos pais ou do nosso meio. E paralelamente, começar a exercitar os músculos mentais que nos tornam absoluta e diretamente responsáveis pela nossa própria felicidade.

2- Breve explicação da meditação Sentar na Calma.
3- Explicação da meditação em Equanimidade.
4- Meditação Guiada (15 minutos)
Incomensurável equanimidade

1- A maioria dos nossos problemas pessoais é causada pela nossa
mente tendenciosa. Pensamos que nós, nossa família e nossos
amigos somos mais importantes que os outros. Apreciamos aqueles que
estão mais próximos de nós e defendemos seus interesses; no entanto, negligenciamos os demais seres e menosprezamos seus interesses.

2- Quando tivermos equanimidade, veremos todos os seres como igualmente preciosos e, em consequência disso, superaremos muitos dos nossos problemas atuais.

3- Meditar em equanimidade é muito benéfico, para nós e também para os outros. Aumenta nossa felicidade e melhora todos os nossos relacionamentos. Cria a base para nos sentirmos em paz, aconteça o que acontecer – quer chova, quer faça sol.

Contemple:
Você está sentado em postura de meditação e, ao seu redor, estão milhares de seres vivos, que preenchem todo o espaço. Perceba sua mãe à sua esquerda, seu pai à sua direita. Em torno de vocês, em vários círculos concêntricos, infinitos outros seres.

Alguns aparecem como amigos, outros como inimigos e a maioria como estranhos. Vamos ultrapassar essas aparências. Todos eles são apenas seres vivos que desejam ser felizes e querem evitar o sofrimento. Nesse sentido, são todos iguais.
Além disso, eles mudam de posição: amigos às vezes se tornam inimigos; inimigos se tornam amigos; estranhos podem se tornar amigos ou inimigos. No entanto, todos eles continuam a ser iguais – desejam ser felizes e querem evitar o sofrimento.

Para gerar equanimidade, pense: Quando olho para um céu azul, completamente sem nuvens, não tenho razão alguma para preferir o leste ao oeste ou o oeste ao leste. Do mesmo modo, ao olhar para os seres vivos, não tenho razão alguma para separá-los e discriminá-los como amigos, inimigos e estranhos. Todos eles são apenas seres vivos, querem ser felizes tanto quanto eu; querem evitar o sofrimento, tanto quanto eu.
Sinta, agora, que todos os seres são igualmente importantes para você. Como um céu completamente azul, livre de nuvens.

Próximo dialogo: 09 de outubro, 17 horas.
Convidada: Lia Zatz
Nasceu em São Paulo, em 1952, graduou-se em filosofia pela Universidade de Paris-Nanterre, e cursou pós-graduação em ciências políticas na Universidade de São Paulo. Trabalha na área da literatura infantil e infanto-juvenil desde 1987. Seu desafio maior nestes últimos anos tem sido não só escrever bons livros para crianças mas também trabalhar para que os livros e a leitura não sejam um privilégio de poucos mas um direito de todos.

segunda-feira, 26 de setembro de 2011

Dizer não - resumo




Resumo do Diálogo, domingo, 25 de setembro

Amigos, inimigos e estranhos
Faça um gesto para expressar amigo/amor; inimigo/aversão; e indiferença.
Aparentemente amor e amizade são tidos como algo positivo e aversão e indiferença como negativo. Pensando além das aparências, veremos que o amor/amizade tem a sua sombra e podem significar: engolir, afogar, aprisionar o outro etc.
A aversão/oposição, por outro lado, podem significar: dar parâmetros, criar tensão para que haja crescimento, impedir desastres etc.
A indiferença vai de um “sei lá” até o autismo. Às vezes, é pior que a aversão, porque bloqueia um relacionamento antes mesmo que ele possa começar. Um tipo de desprezo pelo outro. Mas até a indiferença pode representar algo positivo se pensarmos nos seus aspectos de neutralidade, equanimidade.
- Fronteiras que dividem as pessoas em amigos, inimigos e estranhos não são claras. Amigos podem ser inimigos, inimigos amigos e estranhos amigos ou inimigos. Precisamos dos três, porque cada um nos ensina algo diferente.

Aprender a dizer não e a ouvir não (Vou falar de dizer não e vocês vão falar de ouvir não)
Temos receio de dizer não: não vão gostar de mim; posso ser demitido; vou perder o cliente; a oportunidade, o negócio; vou ser punido etc.

Mas dizer não tem vários benefícios:
1.     Reconhecer nossos limites e transmitir isso aos outros com clarezas. Imagine o que seria mergulhar sem saber se estamos mergulhando numa lagoa rasa, num oceano profundo ou num rio; ignorar as margens, a profundeza, correntezas, seus monstros etc.? Conhecer nossas águas e informar os outros sobre as zonas de perigo.

2.     Situar nossos limites no tempo: agora eu não posso. Preservar nossos sonhos e nossa imaginação. No futuro “quero poder”, “vou poder”... me aguarde! Temos a oportunidade de treinar; mantém aberta a possibilidade de mudança.

3.     Honestidade no relacionamento. Leitura de um trecho do livro O Espírito da Intimidade.

4.     Limites das nossas juras: nosso medo, nossa morte.

Diferença entre acolher a dor do outro e a onipotência de achar que podemos impedir que sofra. Com nossos filhos. Infantilizando o parceiro. Com pessoas doentes e velhas.

 

Diálogos de Outubro
02- Explicação da técnica do circulo de diálogo e da meditação (prática de equanimidade)
09- Convidada Lia Zatz, escritora. A amizade no mundo infantil
16- A amizade on-line
23- Convidada Maria Lucia Teixeira, terapeuta. Características emocionais que impedem a amizade (vivência)
30- Encerramento: avaliação; resultado da pesquisa coletiva; curta metragem: All you need is Love (uma fabula urbana que aborda as diversas camadas da realidade e mostra que as aparências enganam)

segunda-feira, 19 de setembro de 2011

Encontro com Sílvia Bittencourt

Coreógrafa, professora na Escola de Arte Dramática da USP e mestre em Artes Cênicas pela ECA-USP.  Quem quiser falar com ela pode escrever para: stbittencourt@uol.com.br








segunda-feira, 12 de setembro de 2011


Resumo do segundo encontro – 11/09/2011
Amigos – Diálogos de Capacitação e Meditação
Apresentação do Espaço Francisco e da Ong Meditadores.
Espaço dedicado à saúde. A palavra “saúde” encontra sua raiz na palavra “são”, que significa “inteiro” (total, completo); isto é, para ser saudável é preciso estar inteiro (shalem em hebraico). A meditação é um método que acessa nossa integridade como ser humano e nos permite “estar inteiro”. “O homem sempre sentiu que a totalidade ou integridade é uma necessidade absoluta que faz com que a vida seja digna de ser vivida.” David Bohm, Totalidade e a Ordem Implicada, Ed Madras
AS APARÊNCIAS ENGANAM
2 histórias: A menina e o mendigo e A monja e o pedinte.
Sabemos que as aparências enganam, não é? Então, por que nos deixamos enganar por elas? E como podemos nos proteger contra desse tipo de engano?
Deixamo-nos enganar porque, ao ver meras aparências, acreditamos que existe uma realidade fora de nós, esperando para ser conhecida por nós;  nunca imaginamos que interferimos, de alguma maneira, nela. Nas palavras do físico David Bown: “existe uma fragmentação da consciência humana que nos leva a distinguir entre as pessoas (raça, nação, família, profissão, etc.), distinguir entre amigos, inimigos e estranhos. Essa falsa discriminação impede que a humanidade trabalhe em conjunto para o bem comum e até pela sua própria sobrevivência.” Alimentamos um tipo de pensamento que trata as coisas como se fossem inerentemente divididas, desconectadas e separadas em partes constituintes menores ainda. Cada parte é considerada essencialmente independente e auto-existente.
Quando o homem pensa em si dessa maneira, ele inevitavelmente tende a defender as necessidades do seu próprio ego contra o dos outros; ou seja, quando ele se identifica com um grupo de pessoas do mesmo tipo (amigos), ele defende o grupo de modo similar. Não consegue pensar na humanidade como sendo uma realidade básica, cujo direito vem antes. A visão que temos de uma pessoa influencia nosso relacionamento com ela.

Se nos aproximarmos de outra pessoa com uma teoria fixa sobre ela, considerando-a, por exemplo, como um “inimigo” do qual devemos nos proteger, essa pessoa reagirá de forma similar e, consequentemente, nossa teoria será confirmada pela experiência. Primeiro dividimos as pessoas em amigos, inimigos e estranhos e, depois, acreditamos que elas são realmente amigos, inimigos e estranhos. Acreditamos nas aparências que foram criadas por nós mesmos.

Como nos proteger contra esse equívoco? Sem a intenção de esgotar o assunto, apresento dois pontos importantes:
a)     Admitir que tudo está em constante mudança. Costumamos pensar: eu sou assim, o outro é assim (“assim” = fixo; te conheço na palma da mão). Seria mais correto pensarmos que nosso modo de pensar é tão somente uma idéia nossa e pode estar errada. O máximo que podemos dizer é “ele aparece assim para mim neste momento”. O que implica que “pode mudar”. Ele pode mudar, eu posso mudar. Se eu mudar, o que vejo atualmente também mudará.

As águas de um rio como o nosso Tiete estão tão poluídas que mal parecem ser água. Quando chove, bóiam sofás, carcaças de bicicletas, latas, sacos de lixo... tudo o que se possa imaginar; sua cor é marrom e ela fede à distância. Contudo, apesar dessa poluição, a água continua sendo água. Retire-se a poluição e a água pura está lá. Ou não?

As águas poluídas do Tiete podem servir como analogia com nossas mentes poluídas quando estamos cheios de ódio, sentimentos de vingança, rancor, inveja ou orgulho. Parece quase impossível, mas por trás disso tudo há apenas mente... Podemos nos despoluir. Temos uma “canção” dentro de nós (referência ao poema de Tolba Phanem).

Se conseguirmos olhar para nós com esse “otimismo”, vamos nos tornar capazes de enxergar os outros da mesma maneira, ou seja, vendo através das aparências... enxergando a “água pura” que cada um deles é.

b)     O segundo ponto para nos proteger contra as aparências enganosas, seria desenvolver dois fatores mentais: o “senso de vergonha” e a “consideração pelos outros”. Juntos, esses 2 fatores mentais constituem a base de todo o convívio social, da ética de viver em sociedade. Senso de vergonha é abster-se de qualquer ação imprópria por motivos que dizem respeito à própria pessoa que se abtém (exemplo: não vou matar esse inseto porque sou budista (e budistas não matam outros seres vivos). A consideração pelos outros também nos leva a nos abster, mas por motivos que dizem respeito aos outros (exemplo: não vou pescar porque isso causa sofrimento ao peixe).
Apoiados em senso de vergonha e em consideração, poderemos nos relacionar com os outros, malgrado as aparências. Vamos apresentar um trecho do filme japonês A viagem de Chihiro. Reparem no personagem da Dona da Casa de Banhos, quando ela recebe o que ela julga ser O Espírito do Mau Cheiro.

(filme)

Prática do círculo de diálogo com o “bastão da fala”

(conduzir) a respiração de diálogo.

1 rodada: apresentação / diga seu nome e uma frase que o apresente.
2 rodada: um exemplo pessoal de como as aparências enganam.
3 rodada: que aspecto do filme chama a sua atenção? (exemplo: houve a prática de consideração? O Senhor da Sujeira já era o Senhor das Águas desde o início? Por que ninguém o via assim?)

(Comentários trazidos para o grupo geral)

Meditação: Equanimidade, o azul do céu


Cada visão oferece apenas uma aparência do objeto em algum de seus aspectos.

Quando compreendermos profundamente que as nossas teorias sobre as pessoas, (que as dividem rigidamente em amigos, inimigos e estranhos), são apenas aparências superficiais, não caíremos no hábito de ver a realidade e de agir em relação a ela como se fosse constituída de fragmentos fixos e separados.

Amigos, inimigos e estranhos são como nuvens num céu azul. Nuvens que se dissipam no azul do céu. Quando o céu está azul (límpido, sem nuvens) todos os seus lados são iguais. Não desenvolvemos preferências ou aversões pelo lado direito, esquerdo ou central, pois tudo é um mesmo azul.

Os seres vivos, na sua essência, são como um céu azul, pois todos querem a mesma coisa: “todos eles querem ser felizes e todos eles querem evitar o sofrimento”. Nesse sentido, somos todos iguais.

Quando esse sentimento de absoluta igualdade surgir em nosso coração, paramos de pensar e nos concentramos unifocadamente nele.


sexta-feira, 9 de setembro de 2011

segunda-feira, 5 de setembro de 2011

Resumo 1 Dialogo


AMIGOS – DIÁLOGOS DE CAPACITAÇÃO E MEDITAÇÃO
RESUMO DO PRIMEIRO ENCONTRO – 04/09/2011
Um novo paradigma de saúde
O Espaco Francisco é um espaço dedicado a saúde. O que é saúde? A medicina ocidental, ao lutar contra as doenças infecciosas, privilegiou a ideia de que o mal vem de um inimigo exterior (patogênico/vírus ou bactéria) mais do que de uma fraqueza de nossas defesas interiores. Ela subestimou as causas internas das falhas imunológicas, em particular as causas psíquicas que afetam o nosso organismo, como o stress e a depressão; falhas que já estão dentro de nós quando um vírus penetra nosso organismo. Os novos paradigmas de saúde a entendem como uma totalidade, onde a que acontece em nossa mente tem uma grande importância para nosso estado geral de saúde. 
Esse pensamento foi a base para o encontro de amizade que surgiu entre o Espaço Francisco e a ONG Meditadores. Nossa ONG emprega métodos, que unificam estudo, diálogo e meditação, contribuindo assim com a saúde da cidadania, com a recuperação da nossa humanidade, paz interior e capacidade de sermos amigos uns dos outros.
Introdução à prática de diálogos
Como aprendemos? Nossa capacidade de aprender está ligada, em grande parte, ao condicionamento (sendo o mais clássico o tipo Pavilov)
Prazer e dor, afinidade e estranheza, amor e rejeição, a percepção de amigos, inimigos e estranhos depende em grande parte das nossas crenças e preconceitos; ao sentir prazer, não estamos apenas reagindo aos aspectos superficiais de um objeto ou de uma pessoa (gosto, cheiro, aparência). Nosso prazer é influenciado pelo conhecimento e pelas crenças que temos. Exemplo: queijo com cheiro forte (cadáver de animal∕nojo; queijo caro∕salivação).
Como esse processo acontece dentro do nosso cérebro? “Ninguém sabe ao certo”, quem diz é o professor Paul Bloom, pesquisador da universidade de Yale. O que se sabe é que o conhecimento direciona nossas sensações de forma que sejam, ou não, prazerosas.
Entender isso faz tomar consciência de que somos mais livres e responsáveis pelo que nos acontece do que imaginamos. Livres porque podemos fazer opções e talvez mudar alguns condicionamentos ∕ reações que nos desagradam; e responsáveis, não no sentido de que somos culpados pelo que nos acontece, mas sim porque podemos exercer escolha; liberdade de fazer associações benéficas.
Prática do círculo de diálogo
Na experiência de hoje, vamos ouvir uma música numa língua estranha; sem entender as palavras. A seguir vamos associar a música a um conteúdo: texto da poetisa africana, lutadora pelos direitos civis das mulheres, Tolba Phanem. A seguir, praticar o círculo de diálogo.
Respiração e diálogo
Sentir o ar entrando e saindo dos pulmões (…) Perceba o ritmo e a troca. O ar sai pelas nossas narinas, se mistura com o ambiente, e entra novamente em nós. 
 Essa respiração se compara a um diálogo, os pensamentos em forma de palavras saem de nós, se misturam com os pensamentos dos outros e, novamente, entram em nós por meio do ouvir.
Explicações gerais: tema, diálogo e meditação
Tema: Quantos amigos temos? Zigmund Bauman, numa entrevista para o Café Filosófico, contou...
Mas será que amizade exige necessariamente o olho a olho? É possível ser amigo nas redes sociais? Em que momento conhecemos nossos amigos... na dor... ou será quando fazemos sucesso e eles, sem inveja, se regozijam conosco? Qual é o lugar do NÃO na amizade? Solidão é falta de amizade? Alguns dos assuntos que vamos tratar nesses 8 encontros.
Nós e os outros. Eu e o outro. Os outros estão dentro de nós, mais do que imaginamos. Somos feitos de outros. Literalmente, pedaço do pai + mãe. Somos feitos, existimos, graças aos cuidados dos outros. Sem os outros não sobreviríamos. Olhe para qualquer lado, pense no que for, e verá surgir os outros. Coisas simples como abrir uma torneira, sentar nessa cadeira ou no chão, são os outros. A comida que ingerimos e que alimentam as células do nosso corpo. Nosso corpo é feito de outros.
Somos feitos do olhar dos outros. Peter Senge (autor de A Quinta Disciplina), relata que em certas tribos do Natal, na África do Sul, o principal cumprimento é a expressão Sawu bonam que significa “eu vejo você”. E as pessoas que são assim saudadas, respondem dizendo Sikhona, “eu estou aqui”. Começamos a existir quando o outro nos vê. (descobrir e desenvolver “outridade”/ alteridade)
Diálogo e Meditação são métodos para descobrirmos a amizade dentro de nós. Vamos nos des-cobrir∕despir, para encontrar um potencial de amizade que já está dentro de nós.
Etimologia da palavra diálogo segundo David Bohm: Diálogo vem do grego diálogos. Logos significa palavra ou significado da palavra. Dia significa através. Dialogo é uma corrente de significados que flui entre nós e por nosso intermédio. Se o espírito de diálogo estiver presente, uma pessoa pode dialogar consigo mesma. Mas quando o diálogo fluir através do grupo, novos significados ou compreensões vão emergir. Exercitar nossa mente, flexibilizá-la para acolher novos conteúdos.
A dinâmica de um diálogo difere da relação Professor X Alunos. No diálogo todos participam e trocam idéias. A única exigência é que haja a vontade de ouvir e de entender aquilo que cada um diz e uma fala sincera e gentil.
Vou atuar como mediadora ou “levantadora de idéias”. Começo apresentando uma idéia. Pensamos e tentamos entender essa idéia, mesmo que ela nos pareça estranha ou contrarie aquilo que estamos acostumados a pensar. Depois de entender, formamos grupos menores e conversamos tranquilamente sobre nossas opiniões e o que foi dito. Todos podem falar ou silenciar. Uma conversa tranqüila; cada 1 pode ficar com a sua opinião se quiser. Não há conteúdo a ser passado, não há imposição. Voluntariamente estamos dialogando. Um “encontro de mundos”. Isso poderá propiciar o surgimento de novos conteúdos. Ginástica mental. Proponho que usemos o bastão, para simbolizar o empoderamento de quem fala e o respeito de quem ouve (cada grupo pode escolher na hora um objeto que sirva de bastão).
MEDITAÇÃO: No final de cada encontro, vou explicar e conduzir uma meditação. As meditações são budistas (Meditar na calma - de inspiração Zen; e Equanimidade, budismo mahayana).
Convidados especiais ...
Sessão 3-  18 setembro - Corporalidade na amizade. Com Silvia Bittencourt.

Sessão 6- 09 outubro - A amizade no mundo infantil. Com Lia Zatz.

Sessão 8- 23 outubro - Características emocionais que impedem a amizade. Com Maria Lucia Teixeira.

Prática: grupos de 5; escolher o bastão; respirar juntos; cada um pensa em algo que represente sua própria canção; quando o bastão passar diga ao grupo; ouvir a música novamente juntos).
MEDITAÇÃO: Sentar na calma
(ver item meditação)


A canção dos homens
“Em uma tribo na África do Sul, quando uma mulher está prestes a dar à luz, ela vai para a mata com outras mulheres e, juntas, elas rezam até aparecer a “canção da criança”.
Quando a criança nasce, a comunidade toda se reúne ao seu redor e lhe canta a sua canção.
Em todas as fases importantes de sua vida – quando começa a ser educada, quando se torna adulto ou no dia do seu casamento –, a pessoa ouve a sua canção.
Finalmente, quando se aproxima do momento de deixar esse mundo, a família e os amigos se aproximam e cantam novamente a sua canção, como o fizeram no seu nascimento.
Mas há uma outra ocasião muito especial em que os homens e mulheres dessa tribo ouvem a sua canção. Se em algum momento da vida a pessoa comete um crime ou um ato social aberrante, os membros da tribo a levam para o centro do povoado e formam um círculo ao seu redor. Então, todos lhe cantam a sua canção.
A tribo reconhece que a correção para as condutas anti-sociais não é o castigo. Eles acreditam que é o amor e a lembrança da verdadeira identidade da pessoa.
Quando reconhecemos nossa própria canção, não temos desejos nem a necessidade de prejudicar ninguém.
Teus amigos conhecem a tua canção e a cantam quando você mesmo a esquece.
Aqueles que te  amam não podem ser enganados pelos erros que tu cometes ou pelas imagens escuras que, às vezes, mostras aos demais.
Eles recordam tua beleza quando te sentes feio; tua totalidade quando estás quebrado; tua inocência quando te sentes culpado; reconhecem teu propósito quando estás confuso.”
Tolba Phanem
Poetisa Africana, lutadora pelos direitos civis das mulheres.
 
 

quarta-feira, 3 de agosto de 2011

Inscrições para os Diálogos

As inscrições para AMIGOS, diálogos de capacitação e meditação podem ser feitas pelos telefones 3814 5676 ou  9532 2395 e também pelo email ongmeditadores@gmail.com

domingo, 26 de junho de 2011

Amigos, se todos fossem iguais a você...



Diálogos de capacitação e meditação.
Todos os domingos, setembro e outubro de 2011.
Mediadora Lucia Amaral.
Rua Arapiraca, 360 - Vila Madalena, SP
Vagas limitadas- inscrições pelos telefones: 3812 6258 ou 9532 2395
 
-        Se entendermos qual é a diferença entre ter  amigos e desenvolver uma atitude amigável em relação ao outro, poderemos transformar nossa maneira de nos relacionar em família, no trabalho e na vida urbana. A força do diálogo em grupo e a meditação, vão nos propiciar esta descoberta. Transforme sua mente, transforme seu mundo. Todos nós merecemos uma chance.

-       Questões iniciais dos diálogos:
Amigo se conhece na hora da dor ou do regozijo? 
Qual é o lugar do não” na amizade? 
O que fazer com nosso medo de ser rejeitado? 
É possível expressar amizade através do contato físico? 
Isolamento físico e mental do envelhecimento. 
Solidão é falta de amizade? 
Amizade on-line substitui o olho a olho? 

Mais do que um simples "ouvir", esses encontros pretendem instigar a reflexão e a experiência de cada um dos participantes, de modo que possamos juntos desenvolver uma atitude amigável em relação ao outro.
Vamos aprender as meditações de atenção consciente (sentar na calma) e equanimidade.
Lucia Amaral, que foi monja budista durante 15 anos, reúne todas as condições para tornar esses diálogos uma capacitação transformadora. Os encontros vão durar uma hora e meia aproximadamente. Iniciaremos com um relaxamento e a meditação de sentar na calma”. A seguir, Lucia apresentará ideias sobre o tema, e iniciaremos um diálogo com a participação de todos e/ou em duplas; finalizaremos com uma meditação guiada.
Convidados especiais para falar sobre:
-       A amizade na literatura infantil; 
-       A corporalidade na amizade;
-       As principais características emocionais que impedem a amizade;


Várias formas de pagamento:
-       por sessão: 30,00
-       total de 8 sessões: dois cheques de 85,00
-       acima de 65 anos e menores de 13 não pagam.

terça-feira, 24 de maio de 2011

sentar na calma


Sentar na calma significa que sentamos nossa mente na calma. 
Um cessar dos nossos pensamentos, que estão sempre antecipando o futuro ou remoendo o passado.
Sentamos nossa mente na almofada do agora. Desse modo, vivemos cada momento presente como um momento único e precioso.
Comprendendo isso, podemos sentar a mente na calma em todas as situações, até quando estamos andando, tomando um banho ou comendo. A nossa mente e a almofada do momento presente estão sempre conosco. Basta nos lembrarmos disso para nos sentarmos na calma.